O início da temporada trouxe grandes expectativas para a torcida alvinegra em General Severiano. No entanto, a realidade dos novos nomes no elenco mostra que os reforços do Botafogo para 2026 ainda não engrenaram sob o comando de Martín Anselmi. Muitos atletas contratados para elevar o patamar do grupo seguem buscando seu espaço ideal.
Reforços do Botafogo para 2026 ainda não engrenaram
Um dos casos mais emblemáticos é o do jovem zagueiro Ythallo, vindo do Toronto B. Embora tenha potencial, o defensor atuou em apenas seis partidas, sendo quatro como titular em formações alternativas. Certamente, ele ainda não convenceu a comissão técnica para figurar no time principal de forma definitiva.
Da mesma forma, o investimento recorde em Villalba gera debates intensos nos bastidores do clube. O Botafogo desembolsou cerca de R$ 16,3 milhões pelo jogador, mas ele foi titular em apenas três jogos até agora. Portanto, o custo-benefício da contratação mais cara da janela permanece sob constante avaliação interna.
Além disso, Wallace Davi vive um cenário de pouca utilização desde que chegou das Laranjeiras. Envolvido na troca por Savarino, o volante teve somente uma oportunidade real contra o Nacional Potosí, na altitude boliviana. Consequentemente, a adaptação do atleta ao estilo de jogo de Anselmi parece mais lenta do que o previsto inicialmente.
Reforços do Botafogo para 2026 ainda não engrenaram
Outro nome experiente que busca ritmo é Edenílson, utilizado em cinco confrontos pelo treinador. Ele teve sequência na Taça Rio contra Boavista e Bangu, mas no Brasileirão jogou apenas minutos finais. É provável que sua função tática ainda precise de ajustes para render o esperado nas competições nacionais.
Por outro lado, Christian Medina chegou com status de estrela, mas sofreu um revés precoce. O argentino foi titular contra Flamengo e Palmeiras, porém a expulsão contra o Verdão interrompeu sua caminhada. Por isso, a ansiedade da torcida para ver o craque em ação novamente só aumenta a cada rodada.
Enquanto isso, a dupla Júnior Santos e Ferraresi alterna entre a titularidade e as substituições rápidas. O atacante, inclusive, deixou o campo no intervalo nas últimas partidas fora de casa. Ademais, o jovem Huguinho retornou da Bélgica e acabou voltando para o sub-20 para manter o ritmo de jogo necessário.
Em suma, a diretoria monitora de perto o desempenho individual de cada contratado neste semestre. Percebe-se que os reforços do Botafogo para 2026 ainda não engrenaram, exigindo paciência e trabalho duro nos treinamentos. De fato, o sucesso da temporada alvinegra depende diretamente da evolução destes novos protagonistas em campo.

