Renovado após a saída de Renato Gaúcho e a chegada de Zubeldía, o Fluminense amargou a primeira derrota sob novo comando para o Mirassol, semana passada. Em sétimo no Brasileirão, única competição que lhe restou, o Tricolor se prepara para enfrentar o Juventude na próxima quinta-feira, no Maracanã.
Com duas vitórias, um empate e agora uma derrota, o técnico argentino quebra a cabeça para achar a escalação ideal com pouco tempo de trabalho.
– Keno no primeiro tempo (contra o Mirassol) pediu substituição e por isso nós tiramos. Ele foi titular porque é um jogador que eu confio, que é importante, é uma opção importante que a equipe pode ter diante da ausência do Serna. Keno é um jogador ofensivo, que contribui com a equipe, mas no primeiro tempo pediu substituição. Como você disse, foi um golpe no tornozelo, então tive que tirá-lo…depois entra o Soteldo, que contribuiu bem. Sinto que a equipe, pelo menos desde que estou aqui, fez quatro jogos bons.
O presidente Mário Bittencourt agitou os bastidores ao endossar críticas à arbitragem brasileira.
– A arbitragem brasileira precisa parar e se reciclar. Não é possível que, rodada após rodada, os erros se repitam de forma absurda. Falo não somente dos jogos do Fluminense, mas de todos os equívocos cometidos a cada quarta e domingo contra todos os clubes. A falta de critério é alarmante.

