Edilson Pereira de Carvalho, ex-árbitro e pivô da Máfia do Apito, voltou a se envolver em polêmica. Isso porque, ele abriu processo contra a produtora responsável por produzir o documentário que conta a história do maior escândalo da arbitragem brasileira, e que estreia nesta sexta no SporTV.
Segundo o “UOL”, Edilson entrou com um processo judicial contra a produtora Join Comunicação, em dezembro de 2024, por quebra de contrato e danos morais, no valor de R$ 1 milhão.
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Quebra de contrato
De acordo com o UOL, em 2023, Edilson assinou contrato com a Join Comunicação autorizando o uso exclusivo de sua imagem para o documentário por dois anos.
Assim, a produtora pagaria R$ 50 mil em parcelas, além de um acordou verbal para o pagamento de mais R$ 10 mil caso a obra fosse comercializada.Após alguns meses do acordo, segundo Edilson, a produtora vendeu a obra, mas parou de efetuar os pagamentos.
Segundo o ex-árbitro, ficaram faltando R$ 11 mil.Ainda segundo o UOL, os pagamentos foram realizados mensalmente até Edilson dar entrevista sem autorização.
Já a produtora argumenta que a quebra de contrato partiu primeiro do ex-árbitro.Assim, por Edilson ter concedida entrevistas a outros canais, ele teria violado a cláusula de exclusividade do contrato e, inclusive, colocado a comercialização do documentário em risco.
Tentativa de barrar exibição
O advogado de Edilson pediu com urgência à Justiça para que o documentário não fosse ao ar, alegando que, uma vez publicado na internet, o projeto se tornará domínio público, e causará prejuízo de difícil reparação. No entanto, o Tribunal do Rio negou o pedido de liminar em dias instâncias.

