Desde a sua chegada, a expectativa era alta. No entanto, o desempenho não acompanhou o investimento. Além disso, internamente, já se percebe uma mudança clara no status do jogador dentro do elenco.
Atualmente, o meia-atacante foi para o fim da fila. Ou seja, ele deixou de ser opção prioritária. Segundo pessoas que acompanham o dia a dia do clube, existe uma evidente falta de confiança. Por outro lado, a expectativa criada no momento da contratação já não existe mais.
Contratado por R$ 30 milhões, colombiano não rende
Primeiramente, a ansiedade tem sido um fator determinante. O jogador demonstra dificuldade em lidar com a pressão. Consequentemente, não consegue replicar o futebol que apresentou no Atlético Nacional. Assim, o rendimento cai jogo após jogo.
Além disso, o contexto da chegada não ajudou. O atleta não estava em sua melhor condição física. Ainda assim, ele foi utilizado antes do ideal. Portanto, o processo de adaptação acabou prejudicado desde o início.
Enquanto isso, os treinos exigentes também pesaram. O estilo intenso cobrado pela comissão técnica dificultou a evolução. Dessa forma, o jogador encontrou obstáculos logo nas primeiras semanas. Em contrapartida, outros atletas aproveitaram melhor as oportunidades.
Hinestroza decepciona e perde espaço no Vasco
Outro ponto relevante foi a saída de Rayan. Antes disso, Hinestroza era visto como substituto imediato. Porém, com a mudança no elenco, a responsabilidade aumentou. Consequentemente, a pressão também cresceu.
Além do mais, a adaptação ao futebol brasileiro não ocorreu como esperado. O ritmo de jogo exige mais intensidade. Por isso, o colombiano ainda tenta se encontrar em campo. Ao mesmo tempo, a torcida começa a demonstrar impaciência.
Internamente, entende-se que houve falhas na gestão inicial do atleta. Ou seja, o planejamento não foi seguido à risca. Assim, o desenvolvimento do jogador acabou comprometido. Ainda que exista potencial, o momento é de baixa.
Por fim, o cenário atual indica perda de espaço. Entretanto, ainda há tempo para recuperação. Caso consiga controlar a ansiedade e evoluir fisicamente, o jogador pode retomar protagonismo. Caso contrário, a tendência é seguir como opção secundária no elenco.

