A história recente da Confederação Brasileira de Futebol mostra uma sucessão de crises institucionais. Nos últimos sete mandatos, cinco presidentes deixaram o comando envolvidos em escândalos, punições ou decisões judiciais. Por isso, o modelo de governança da entidade segue sob forte questionamento.

CBF vive sequência de crises
O caso mais conhecido envolve Ricardo Teixeira. O dirigente comandou a CBF entre 1989 e 2012. Durante sua gestão, o Brasil conquistou duas Copas do Mundo. Entretanto, a Fifa o baniu do futebol por corrupção.
Depois dele, José Maria Marin assumiu a presidência. Em 2015, o FBI prendeu o dirigente durante a operação Fifagate. Posteriormente, a Justiça dos Estados Unidos o condenou por corrupção, fraude bancária e lavagem de dinheiro.
A CBF vive sequência de crises há mais de uma década.
Marco Polo Del Nero também enfrentou problemas. O dirigente evitou viagens internacionais após as investigações da Fifa. Em seguida, a entidade o baniu definitivamente do futebol.

CBF vive sequência de crises
Rogério Caboclo assumiu prometendo renovação. No entanto, denúncias de assédio encerraram seu mandato em 2021.
Logo depois, Ednaldo Rodrigues chegou ao comando da CBF. Entretanto, uma decisão judicial afastou o dirigente em 2025, aumentando ainda mais a instabilidade política da entidade.
A CBF vive sequência de crises há mais de uma década.
Desde a criação da confederação, em 1979, o futebol brasileiro conquistou títulos importantes. Mesmo assim, os problemas administrativos se repetem. Por isso, cresce a pressão por mudanças no sistema político que sustenta a entidade.
